Open Internacional de Benjamins (Dijon) – Resumo 1º Dia

 Resumo 1º Dia – Sexta-feira 30.11.2007

Após a preparação desta viagem (que raiou o impossível, desde a reserva de bilhetes de comboio, às greves dos transportes franceses, aumento dos valores das passagens de avião para o triplo, marcações de voos cancelados, etc.) demos finalmente connosco a bordo de um avião com destino a Paris – Aeroporto Charles de Gaulle. A partida foi feita ás 15h00 com um pequeno atraso de 10 minutos. O voo decorreu com normalidade e tivemos a oportunidade de vislumbrar um magnífico pôr de sol a 11.000 metros de altitude. 

Após recolhermos rapidamente a bagagem dirigimo-nos à Rent-a-Car, para levantar o carro que já tinha sido reservado pela Agência em Portugal. Surge o primeiro susto – o contracto havia sido mal preenchido pela agência. Com tudo pago anteriormente, a única solução foi celebrar um novo contracto e seguir caminho (com 35 minutos perdidos). “Renault Scenic, place 240 dans le parking” Foi a informação a única informação que nos deram de como chegar ao carro. De noite, com uma amena temperatura de 4º, num dos muitos estacionamentos de um dos maiores aeroportos da Europa, com os números marcados no chão (debaixo dos carros estacionados), e com os “valets” a arrumarem carros aos piões, chegamos ao lugar 240, e deparamo-nos com um magnifico….Mazda descapotável. O lugar estava errado. “Dêem à chave e é aquele que abrir” Foi assim que o arrumador da Rent-a-car no local nos ajudou. Lá estava a carrinha uns lugares ao lado.  

No meio de um trânsito completamente caótico, fomo-nos afastando de Paris e sem saber muito bem onde nos situávamos paramos numa estação de serviço, para recorrer a um mapa. Por um mero acaso tivemos a sorte de encontrar um senhor português que nos indicou o caminho correcto e após 350km chegámos a Dijon por volta das 00h com a temperatura de 1º. Encontrar o “Hotel Kyriad Mirande” foi o passo seguinte. Ao parar num hotel da mesma cadeia no centro da cidade para perguntar onde ficava, a resposta do funcionário não foi aquela que precisávamos ouvir – “Nunca ouvi falar nem sei onde fica. Talvez seja para o outro lado.” E assim ao longo de hora e meia, cinco portugueses andaram a vaguear pela cidade completamente perdidos. Não se via viva alma nas ruas. Num dos poucos rasgos de sorte do fim de semana, fomos ajudados por um casal muito prestável que com mapas (eles também não sabiam onde ficava o Hotel) nos indicaram o caminho certo.  

Quando finalmente chegamos à porta do hotel o mesmo estava com os portões fechados e luzes apagadas. Batemos à porta, nas janelas e…ninguém apareceu. Alguns espirros causados pelo “calor” que se fazia sentir, e meia hora depois, lá apareceu uma funcionária meio adormecida que nos recebeu com cara de poucos amigos – “O hotel está fechado e não tenho reserva alguma.” Só depois de perceber que afinal quem lhe tinha interrompido o sono era a equipa portuguesa de Karate é que nos recebeu com a maior das amabilidades e mordomias. Recolhemos aos quartos eram 2h30 da manhã para nos levantarmos às 07h00. Estávamos finalmente no nosso destino.

Jaime Reis

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s